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Exame físico ou ressonância: qual é mais importante para o diagnóstico?
Nem sempre o exame de imagem é o primeiro passo. O diagnóstico começa pela conversa com o paciente e pelo exame físico, que ajudam o médico a entender a origem da dor e decidir se uma ressonância realmente é necessária.
O exame físico vem primeiro?
Durante a consulta, o ortopedista avalia o local da dor, a mobilidade, a força, a estabilidade e os movimentos que provocam os sintomas. Também considera quando o problema começou, se houve trauma e como a limitação interfere na rotina do paciente.
Quando a ressonância pode ser necessária?
A ressonância pode complementar a avaliação quando existe suspeita de lesões em ligamentos, tendões, músculos, cartilagens ou outras estruturas que não aparecem com clareza em exames mais simples. Ela também pode ser solicitada quando o diagnóstico permanece incerto ou quando o resultado pode mudar a escolha do tratamento.
O exame de imagem não substitui a avaliação médica
Alterações podem aparecer em uma ressonância mesmo em pessoas sem dor. Por isso, o resultado precisa ser interpretado junto com os sintomas, o histórico e o exame físico. Tratar apenas a imagem pode levar a condutas que não correspondem à verdadeira causa do problema.
Então, qual é mais importante?
Os dois têm funções diferentes. O exame físico orienta o raciocínio clínico, enquanto a ressonância pode confirmar ou complementar determinadas suspeitas. A necessidade do exame de imagem deve ser definida de forma individual, após uma avaliação médica completa.
Está com dor ou limitação de movimento?
Agende uma avaliação para entender a causa e receber uma orientação adequada.
Este conteúdo é educativo e não substitui uma consulta médica.
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